Loco Abreu foi titular do Botafogo na última rodada, contra a Ponte Preta, mas vinha sendo reserva com o técnico Oswaldo de Oliveira, que dava preferência a utilizar apenas um atacante de ofício, Herrera. Apesar da ausência do uruguaio na maioria dos jogos até aqui no Brasileiro, o time não perdeu a característica de levantar muitas bolas na área adversária. Até agora, já utilizou esta jogada 86 vezes, menos apenas do que Atlético-MG (115) e Corinthians (113).
Destas 86 bolas levantadas na área (20 de Vítor Júnior), em 14 delas o time conseguiu o cabeceio. O Bota chegou na linha de fundo por 42 vezes, e o recordista novamente é Vítor Júnior: dez vezes. Para o lateral Lucas, a formação da equipe facilita este tipo de jogada. Ele espera que haja mais equilíbrio daqui para frente.
- CABECEIOS
- Herrera 4
- Fábio Ferreira 3
- Loco Abreu 2
- Brinner 2
- É uma característica do time, até por jogar com pontas. Os jogadores do meio já dominam e olham para os laterais e pontas. Chegamos bastante na linha de fundo. Precisamos encontrar um equilíbrio e, quando usar os cruzamentos, fazer com qualidade.
Com a iminente saída de Herrera, Loco deve ter mais chances, isto se também não deixar o Botafogo, já que tem propostas. O meia Vítor Júnior comentou sobre a diferença de o time jogar com um ou com outro.
- A diferença é grande. O Loco prefere as bolas aéreas, o Herrera e o Elkeson as jogadas de mais movimentação. O Oswaldo sabe quem colocar, o importante é o time voltar a vencer.
Sétimo colocado do Brasileiro com nove pontos, o Botafogo enfrenta o Bahia no sábado, dia 7 de julho, no Engenhão.